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Incêndio Favela Real Parque em São Paulo

Triste, tá rolando agora.

Radiohead: E eles eram tudo o que prometiam ser...

(Foto UOL)
Demorou anos, mas quando resolveram aparecer no Brasil, apareceram.
O "festival" Just a Fest estava previsto para ter início às 17h com o show do Vanguart que cancelou poucos dias antes (sem semáforo graças!), aguardamos sentados no chão em busca do melhor posicionamento, aguardamos, eu extremamente ansiosa, e enfim começou.


1º Los Hermanos: Quem diria que o último show da banda (se é que vai ser o último mesmo) seria um de abertura do Radiohead?
Entraram com a mesma classe e tranquilidade de sempre. Sentimental pode estar batida, pode tocar sempre, mas não tem como evitar sua beleza.

Playlist
Todo Carnaval tem seu fim/ Primeiro andar/ O vento/ Além do que se vê/ Condicional/ Morena/ Andar/ A outra/ Cara estranho/Deixa o verão /Assim será /Cher Antoine /O vencedor /Retrato para Iá- Iá/ Casa pré-fabricada/ Último romance/ Sentimental/ A flor


2ºKraftwerk: Quatro velhinhos fofissimos!
O som meio repetitivo, obviamente, mas válido pela vanguarda dos integrantes e pelas inúmeras imagens durante o show. Ahhh, sem contar os robos rs.


3º Radiohead: SIMMMMM, que emoção!
O palco estava fantástico, o posicionamento perfeito, nem tive que ficar na ponta dos pés pra enxergar o show (é um milagre quando se é anã)!
O volume estava fantástico, as luzes, as "cortinas" iluminadas e suas variações, bem como os telões ao lado do palco, que em mozaicos exibiam fotos da banda durante performance.
E sim, eles nasceram para aquilo, é uma perfeição muito grande.

Perdoeem a qualidade do vídeo abaixo, tentei humildemente gravar com meu celular rs.
E mesmo com ruidos e falta de foco, fico emocioada:






Playlist
15 Step/ There There/ The National Anthem/ All I Need/ Pyramid Song/ Karma Police/ Nude /Weird Fishes/Arpeggi/ The Gloaming/ Talk Show Host/ Optimistic/Faust Arp/Jigsaw Falling Into Place/ Idioteque/ Climbing Up The Walls/Exit Music (For A Film)/Bodysnatchers/ Videotape/ Paranoid Android/Fake Plastic Trees/ Lucky/ Reckoner/ House of Cards/ You and Whose Army/ Everything In Its Right Place/ Creep

Sim, finalizaram com Creep. Quando ninguém esperava, quando seria um sonho.

A organização do festival deixou um pouco a desejar. Não sei porquê escolhem o Jóquei pra shows, o chão de barro e grama é péssimo, a localização pior ainda e nem táxi existia para voltar, porque os bonitinhos só aceitavam o que chamam de "corrida grande", vai entender...


O público tenho que admitir que não estava dos piores, mas sempre contamos com playboys que vão pelo "evento pop", com paga paus que vão porque "Radiohead é foda mano!", entre outros.


Quero mais um, fora no próximo...


Momento amor por padaria

Estou apaixonada pela padaria Dona Deôla, doces maravilhosos, atendimento super educado, só peca pela localização das 4 filiais, porque não são perto da minha casa rs.


Dona Deolinda, uma portuguesa, certamente com muito amor no coração criou uma padaria em Pompéia chamada "Do Lar"em 1948. Infelizmente a mesma teve que fechar e só em 1996 como uma homenagem, seus netos reabriram no mesmo local a Dona Deôla, meigo o nome né?


Aconselho uma passada principalmente para quem gosta de doces.

Fiquei sabendo hoje que não era só a da Lapa que existia:

Alto da Lapa (24h)
Avenida Pio XI, 1377
Tel.: 3022-5640 

Higienópolis (24h)
Rua Conselheiro Brotero, 1422
Tel.: 3826-4648 

Pompéia (24h)
Avenida Pompéia, 1937
Tel.: 3672-6600 
(
Veja o mapa)

Granja Viana (24h)
Rodovia Raposo Tava
res, km 22
Tel.: 4612-2288

Hummm, experimente o bolo de chocolate que mais parece um brownie com mousse trufado.

Porque não poderia começar sem o Lgo. da Pólvora

(Em breve foto do ônibus Lgo. da Polvora)
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As primeiras "notícias" do Largo datam de 1754, onde uma casa, a "Casa da Pólvora" foi erguida para armazenamento do material, utilizado em combates na época.
Porém em 1775 ela ficou um pouquinho mais sinistra: foi erguida uma forca no local, utilizada para cumprir penas de morte.
Nenhum registro afirma o uso da forca, porém sabe-se que o espaço era utilizado para sepultar, em cova rasa, escravos e pobres.

Para abrir a Rua Américo de Campos, na Liberdade, a prefeitura mandou demolir o armazém usado para estocar pólvora. No local fizeram uma praça, chamada pelos moradores de Largo da Pólvora. O prefeito Olavo Setúbal oficializou o nome em 1978, segunda a Vejinha, em comemoração ao septuagésimo aniversário da imigração japonesa no país. Ali foi construído um jardim oriental, com três lagos de peixes ornamentais, hoje cercado.

Pois bem, hoje temos um prédio simples e diversos moradores instalados no local.
É uma gracinha, ok, na minha opinião.

Engraçado que alguns moradores afirmam que escutam vozes e objetos se mexendo sozinhos, realmente não sei se é tão engraçado assim. Mas isso não vem ao caso, pelo menos agora.

O que realmente importa é o lindo ônibus nomeado com tal local, o não tão famoso Lgo. da Polvora (não tem acento!), que além de ser o meu primeiro ônibus de São Paulo, já salvou diversas vezes a minha vida nas madrugadas onde todo mundo fazia questão de afirmar "não tem mais busão"

E o itinerário que fazem as 3 linhas que levam o nome, são perfeitas, saem da Liberdade, vão para a Brigadeiro Luis Antonio, passam pela Paulista e caem ou na Rebouças ou na Dr Arnaldo.
Sei que parece fanatismo, e sim, até que é, mas meu amor por ele é grande ou melhor, pelos 3:

715F-10 Shop. Continental
715M-10 Jd. Maria Luiza
714C-10 Cohab Educandário

É claro que nem todos os transportes públicos, principalmente ônibus na cidade de São Paulo são tão agradáveis e salvam tanto a vida, mas mesmo assim, minha homenagem se estende a todos com salvas principais e a parte para o meu Lgo. da Polvora.

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